sábado, 28 de maio de 2011

8 coisas que você não sabia que o Picasa poderia fazer



Conheça algumas funções que você sequer imaginava estarem presentes no Picasa.
Picasa é um programa muito conhecido tanto no Brasil quanto no resto do mundo, mas pelo quê? Provavelmente você pensou “por ser um bom organizador de imagens e por conseguir fazer pequenas edições”, o que nem de longe é mentira: desde a criação do programa, essas são suas principais funções.
Mas, com o passar dos anos, o software evoluiu e ganhou outras ferramentas que adicionaram ao aplicativo novidades bem-vindas, como o editor Picnik e o Face Movie. Embora não tenha mudado seu foco principal, o Picasa aumentou em muito o alcance de suas áreas de atuação; o problema é que a maioria das pessoas nem tem ideia de que isso ocorreu. Por isso, o Baixaki preparou um pequeno guia para mostrar o que você está perdendo:

1. Encontrando imagens duplicadas

É comum fazermos cópias de arquivos, principalmente quando falamos  das fotos de nossos bons momentos. Porém, quando resolvemos organizar nossa biblioteca de imagens, é comum fazermos uma ou duas cópias acidentais, que se perdem pelo HD. Para acabar com esse problema, o Picasa possui uma ferramenta feita exatamente para encontrar arquivos duplicados.
Tudo o que você precisa fazer é acessar a opção Ferramentas> Experimental> Mostrar arquivos duplicados para que todas as imagens duplicadas sejam mostradas pelo programa. O aplicativo consegue encontrar as cópias, não importando onde estejam, nem se os nomes estão diferentes, e as listam por pasta (apenas preste atenção em qual delas você deseja apagar).
Para voltar à visualização normal, pressione o botão “Voltar a visualizar todos”.

2. A vantagem das legendas

Talvez você já tenha usado o sistema de legendas para as imagens no Picasa, mas sabia que tudo que for colocado naquele campo, nem que seja uma única letra, pode ser usado como palavra-chave para suas buscas no programa?
Se você não tem nem ideia do que está sendo dito, apenas clique duas vezes numa imagem para entrar no modo de edição de fotos. Ali, procure  pelo campo onde está escrito “Crie uma legenda!” e preencha o espaço com o que quiser. Por fim, pesquise por qualquer texto comum à legenda adicionada anteriormente para ver a magia acontecer.

3. Edições aos lotes

Poucas coisas são mais cansativas do que realizar uma mesma edição numa enorme lista de imagens, pois, além de ser extremamente monótono, pode ficar igualmente frustrante se você descobrir que faltou uma pequena correção. Mas, graças à função de edição em lotes, isso se torna fácil como o pressionar de um botão. Literalmente.
Primeiro, você deve selecionar todas as imagens a serem alteradas. Depois, acesse o menu Imagem>Editar em lote e escolha qual a mudança a ser aplicada. Pronto, todos os arquivos escolhidos estão editados! Apenas tome cuidado, pois as alterações não são reversíveis.

4. Salvando suas buscas

Encontrar a quelas fotos específicas no meio de um mar de milhares de imagens pode ser um verdadeiro suplício, só sendo possível encontrá-las através de buscas. O problema é que, por vezes, esquecemos qual foi “aquela” palavra-chave que trouxe o resultado perfeito, depois de dezenas de tentativas infrutíferas.
Se quiser garantir que esse tipo de situação não ocorra novamente, após encontrar a palavra correta, acesse Ferramentas> Experimental> Salvar resultados de pesquisa..., para que uma nova janela seja aberta. Nela, preencha os campos necessários e clique em “Ok”. A busca salva será acessível pela lista de álbuns no lado esquerdo da tela. Se não precisar mais dela, clique com o botão direito do mouse e escolha a opção “Excluir álbum” no menu de contexto.

5. Linha do Tempo

Pressionando o atalho Ctrl+5 ou pelo menu  Visualizar>Linha do tempo, você é levado para uma exibição de slides especial, que mostra toda a linha do tempo das imagens e dos álbuns adicionados. Para se mover nesse modo, mova a barra de rolagem para os lados, ou apenas clique no mouse e arraste-o pela tela.

6. Encontre as cores certas

Está atrás de uma imagem vermelha para montar a colagem perfeita? Uma função que pode resolver seu problema facilmente, embora por vezes passe despercebida, é a busca por cor, que, mesmo limitada, ainda pode ser de grande ajuda.
Para ativá-la, você pode tanto ir ao menu  Ferramentas>Experimental>Pesquisar..., quanto digitar a palavra “color: ” na pesquisa e escolher a cor correspondente na lista de recomendações. Uma desvantagem da segunda opção é que, apesar de mostrar mais opções, é completamente em inglês.

7. Removendo imagens de baixa qualidade

Uma ferramenta que você provavelmente deixou de lado quando foi imprimir uma imagem pelo software é a “Revisar”. Clicando nela, o Picasa automaticamente analisa a foto e avisa se ela possui uma resolução baixa demais para ser mandada para o papel. Você sempre pode ignorar as recomendações do programa, caso realmente queira usar aqueles arquivos, mas é uma boa dica para evitar frustrações nas impressões.

8. Zoom Rápido

O controle de zoom das imagens é facilmente acessível quando você entra no modo de edição, através da barra de rolagem. Mas se tudo que você quer é um aumento rápido da imagem, há duas dicas fáceis para fazer isso.
A primeira permite que você dobre o tamanho da imagem quando no editor  e é supreendentemente fácil: basta clicar na imagem e, com o botão esquerdo do mouse ainda pressionado, fazer um movimento para cima. Para fazer a foto voltar ao normal, apenas clique nela uma vez.
Já a segunda é um pouquinho mais complicada, mas faz um zoom muito maior: na biblioteca do Picasa, posicione o cursor do mouse sobre a imagem, depois segure a tecla Ctrl e por fim, pressione Alt. Se você fez certo, a foto se expandirá até que suas bordas “toquem” os cantos da tela, vertical ou horizontalmente, desde que você continue segurando o Alt (já pode soltar o Ctrl se quiser). Um ótimo jeito de testar papéis de parede.
E então, você conhecia todas essas funções presentes no Picasa? Bem que a Google podia alardear mais sobre elas... Mas, enquanto isso não acontece, conte sobre aquelas ferramentas as quais você já sabia ou outras ainda mais desconhecidas nos comentários, mostre que este simpático programa é muito mais do que parece!


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10346-8-coisas-que-voce-nao-sabia-que-o-picasa-poderia-fazer.htm#ixzz1NfTGTFxI

sábado, 14 de maio de 2011

O que é o TDP de um processador?


Conheça o significado desse termo e saiba como aproveitá-lo na hora de adquirir novos componentes de hardware.


Você possivelmente já deve ter visto em notícias e artigos do Tecmundo a sigla TDP. Sempre que surge um novo modelo de processador, as fabricantes divulgam o valor TDP para que o usuário saiba o que diferencia o novo componente dos anteriores (até porque existem casos em que as especificações são idênticas, exceto pelo TDP).
Em teoria, a divulgação do TDP deveria facilitar a vida dos usuários, todavia alguns não compreendem o que esse valor realmente significa. Normalmente esse valor é determinado em W (Watts) o que, em teoria, significaria que o TDP teria algo a ver com potência — e consequentemente com tensão e corrente.
E na realidade o TDP tem mesmo relação com potência, mas não significa bem o que você pode estar pensando. No artigo de hoje, vamos esclarecer o que é o TDP, o ACP e como aproveitar esse valor na hora de adquirir um novo processador.

A resposta para a grande questão

Antes de nos aprofundarmos no assunto, vamos responder à questão principal. Afinal, o que realmente significa TDP? O termo TDP significa Thermal Design Power, que em português pode ser traduzido para “Energia Térmica de Projeto”. Ele serve para indicar a quantidade máxima de energia que um sistema de refrigeração deve dissipar.
 (Fonte da imagem: Reprodução/Mike Babcock)
Ou seja, ao desenvolver o ventilador e o dissipador para uma CPU, as fabricantes devem criar produtos capazes de dissipar (espalhar e retirar) toda a energia gerada pelo processador em momentos de pico — situações em que a exigência da CPU é extrema.

O calor no processador

Se você alguma vez já abriu seu computador, deve ter notado a presença de um ventilador (também conhecido como cooler). Abaixo dele você deve ter visto um dissipador (uma peça de metal cinza que fica posicionado em cima do processador). Esses dois componentes têm uma única função: retirar o calor produzido pela CPU e, consequentemente, refrigerá-la.
O processador esquenta porque ele realiza milhões de cálculos em um único segundo (e os mais complexos que você pode imaginar). E para fazer isso é necessário que elétrons circulem. A movimentação dos elétrons (aquelas partículas subatômicas presentes nos átomos), dentro do processador, faz com que o material seja aquecido.
Essa atividade interna gera energia, a qual pode ser medida em Watts. Já o calor por ela gerado resulta em uma temperatura que é medida em graus Celsius. A medida de temperatura serve apenas para monitoria e a medida em Watts serve para informar a potência da CPU.
Ao criar um processador, as fabricantes efetuam diversos testes colocando o chip à prova em situações extremas. E é através dessa análise inicial que é possível obter o TDP. Um teste de carga máxima é realizado, determinando o quanto de energia o processador tende a liberar.
Após obter um valor, as fabricantes informam o TDP para que empresas que criam sistemas de refrigeração possam fabricar produtos compatíveis e eficientes para a dissipação de calor do modelo em questão.

E o ACP?

A sigla ACP ainda é bem recente e só pode ser encontrada nas especificações de processadores AMD. O significado desse termo é Average CPU Power (algo como Potência Razoável da CPU). Diferente do TDP, o valor do ACP serve sim para fornecer um valor médio da potência gerada pelo processador em uso no cotidiano.
ACP somente em processadores AMD
Entretanto, o ACP não tem utilidade prática para o consumidor ou para outras fabricantes. Esse valor serve para que o próprio processador monitore o quanto de energia está sendo dissipada para que, quando necessário, um overclock possa ser realizado. A verificação é realizada através de uma comparação entre o ACP e o TDP, o que possibilita à CPU aumentar a frequência sem que seja preciso medir a temperatura.

Busque modelos com baixo TDP

No fim das contas, o TDP tem certa utilidade no cotidiano. Ele pode não ser uma especificação importante como a frequência ou a memória cache, todavia, ao optar por um modelo de processador é importante buscar um com o TDP mais baixo.
O motivo é óbvio: se você pode ter uma CPU que opera em determinada frequência com um TDP baixo (consequentemente esquentando menos), não há porque escolher outra que opere na mesma frequência e que aqueça mais. Claro, salvo exceções em que o preço é um atrativo a ser considerado.
Vale lembrar ainda que o TDP é um valor a ser observado na hora de comprar placas de vídeo. Por contarem com GPUs (processadores gráficos) e sistemas de refrigeração, as placas gráficas também possuem valores de TDP. Sendo assim, você pode observar esse valor para saber qual placa gera menos calor (e, consequentemente, deve esquentar menos).
Você já sabia a definição do termo? Esperamos que a explicação tenha sido clara. Agora fique à vontade para comentar!


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/9983-o-que-e-o-tdp-de-um-processador-.htm#ixzz1MOrczlQA

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Como mudar a letra do Gmail

Modificar a fonte padrão do Gmail para o envio de mensagens é mais fácil do que se imagina. Confira como realizar o processo sem complicaçõe.



Entre os serviços de email utilizados atualmente, o Gmail certamente possui um lugar de honra na preferência dos usuários. Ele traz diversas possibilidades de configuração e permite modificação dos planos de fundo, escolha do idioma, configuração do tamanho máximo da página e muito mais.
Gmail
Na hora de escrever mensagens, o Gmail também traz algumas opções de cores, fontes e tamanhos das letras, que podem ser uma boa alternativa para quem não quer usar a fonte padrão “Sans Serif”. Neste caso, porém, o serviço não salva a padronização escolhida por você, sendo necessário editar as mesmas opções cada vez que for redigir uma nova mensagem, realizando as edições que mais lhe agradam. 


Mude o padrão pelo Labs


Apesar dessa opção não ser oferecida nas configurações usuais do Gmail, você pode padronizar a fonte, cor e tamanho de texto com a ajuda do Labs, as ferramentas extras oferecidas para os usuários.


Para isso, acesse sua conta normalmente e clique em opções, na lateral direita da tela, selecionando a última opção “labs” para entrar no menu com a listagem de todas as configurações.


Acesse o Labs
A seguir, role a página até encontrar a ferramenta “Estilo de Texto padrão”, ativando-a para iniciar o processo. Salve as configurações no final da página, automaticamente reinicializando o Gmail.
Ative a opção
Novamente na página inicial, clique outra vez nas opções da lateral direita da tela, dessa vez escolhendo “Configurações do Google Mail” para abrir as opções gerais do serviço de email.
Configurações
Na aba “Geral”, uma nova configuração chamada “Estilo de texto padrão”, que anteriormente não existia no sistema, agora está disponível para você modificar a formatação das mensagens de email.
Modifique o estilo padrão do texto
Escolha a fonte, cor e tamanho do texto, selecione negrito e itálico e visualize rapidamente as modificações na caixa de texto logo abaixo. Para zerar as configurações, clique no último botão da lista e comece tudo de novo.
Salve as alterações realizadas clicando em “Salvar alterações”, no final da página, e abra um novo email para visualizar as mudanças. Todas as vezes que você entrar no Gmail, a mesma padronização estará salva, sem que você precise reinicializar o processo novamente.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/10013-como-mudar-a-letra-do-gmail.htm#ixzz1MIYpqVb2

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Com novos transistores, Intel abre caminho para o sucessor do Sandy Bridge Transistores tri-gate serão utilizados no futuro processador Core iX Ivy Bridge de 22 nm da Intel.


A Intel anunciou nesta semana que, depois de uma década de pesquisas, irá adotar oficialmente a tecnologia de transístores tri-gate em seu futuro processador Core iX “Ivy Bridge” de 22 nanômetros.
A novidade reside muito mais no método de fabricação dos transístores do que em avanços de desempenho e qualidade de materiais. Depois de várias pesquisas, inclusive com a utilização de um material à base de Háfnio (Hf) e um elemento metálico em substituição ao Silício Policristalino (Pollysilicon) e do óxido de silício (SiO2), uma outra solução mais simples parece ter sido encontrada.

(Fonte da imagem: Intel)

O transistor tri-gate tem como diferencial o fato de os seus componentes não serem mais empilhados em camadas, mas sim na vertical, criando uma nova dimensão de altura. A Intel tem se referido ao novo produto como “transistor 3D”.
Segundo a Intel, até hoje o caminho por onde a corrente elétrica entra (Source) e sai (Drain) do transistor é literalmente plana e o material semicondutor que controla o fluxo de elétrons, possui apenas uma superfície de contato. Com a nova técnica, é possível colocar mais transistores no mesmo espaço, permitindo novas possibilidades de evolução.


Nova tecnologia na prática


Em termos de resultados, a disposição dos transistores, segundo a Intel, permitirá economizar até 50% da energia, proporcionando um desempenho até 37% melhor em modo de baixa voltagem (numa comparação com os chips de 32 nm). Na prática, será preciso dispor de menos energia para obter resultados ainda melhores.
Três fábricas da Intel – do Oregon (EUA), do Arizona (EUA) e de Israel – já teriam iniciado os preparativos para adotar o novo formato em suas linhas de produção. A versão de 22 nm do Sandy Bridge, chamada de Ivy Bridge, será uma versão melhorada, adotando a tecnologia tri-gate.


(Fonte da imagem: Intel)

Estima-se que o novo produto esteja disponível para outros fabricantes já no final deste ano, chegando ao mercado até a metade de 2012. Com a doação dos transistores 3D, é possível que a Lei de Moore, que prega que o número de transistores de um computador pode dobrar a cada 18 meses, sem que isso impacte em maiores custos, continue valendo para mercado tecnológico por mais alguns anos.





Leia mais no Baixaki: http://www.tecmundo.com.br/9918-com-novos-transistores-intel-abre-caminho-para-o-sucessor-do-sandy-bridge.htm#ixzz1LRvKdbDm